quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Essa dormência na alma

Vejo meus pés em brasa

É como se meu corpo não existisse.

Na iris as memórias vivas

De um vôo rasante

Com asas de papelão.

3 comentários:

http://moacircaetano.zip.net disse...

Como um Ícaro
caindo dos píncaros
e chegando ao chão...

Sandra Regina de Souza disse...

sobrevoo
abrasa-dor!
bj

J.F. de Souza disse...

Aline, minha linda... Você não faz idéia do quanto eu gostei desse poema... =)

Obrigado. Por este escrito. Que não é pra mim, mas do qual já tomo posse descaradamente. É o que eu tenho a dizer.

=*