quinta-feira, fevereiro 26, 2009

poema 14



que nada conte
ou denuncie
a minha verdadeira idade

minhas noites em claro
entregues à pôemia
camuflem minha eternidade

os astros do céu
os rastros do chão
nem mesmo o tal carbono

que tudo não passe
de mais um poema
sem dono




7 comentários:

Alex Pinheiro disse...

e o poema fica por aí, vagando sem dono?!
nãnaninãnan! rs

Abraços e impressas invenções!

André Felipe disse...

caramba, muito bom esse blog.
uma legião de poetas incríveis.
foda!

Nadja disse...

Muito bom!


bjos

Márcio disse...

Adoro! Imagino isso na boca do Baleiro, entre uma música e outra! ehehe

Rayanne disse...

Mon'amour.

**Estrelas**

J.R. Lima disse...

Muito bom!!!
pela enésima vez, me fazes lembrar Leminski:

*************************

noite sem sono

o cachorro late

um sonho sem dono

**************************

no mais, acho que é só isto!

Um abração!

Sandra Regina de Souza disse...

Tem sempre um poema sem dono na vida de uma poeta vira-lata...