terça-feira, junho 26, 2007

insensação

incenso aceso,
meu peso, penso,
não vem de agora.
ontens de mim
carregados de tempo
voam por aí vidafora.
o que vejo quando me invejo,
não grito, murmuro.
futuro? adeus.
pertenço a outro momento,
onde invisível transfiguro.

7 comentários:

Sofia Loureiro dos Santos disse...

Superior!

Sofia Loureiro dos Santos disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Milla Loureiro disse...

belissimo...

=)

Cristina Loureiro dos Santos disse...

Muito, muito belo, Múcio!

Beijos :))

naenorocha1@hotmail.com disse...

Múcio, conheci o teu blog através do Iviro, e confesso, gostei muito do que vi por aqui, desta poesia a que me refiro e, um pouco mais da provocação. Não provoues ali, Onde os vivos visitam os chamados vivos....

Um abraço
Naeno

www.poemusicas.blogspot.com

Aline Borges disse...

Camarada...

Não tens noção do tanto que lhe quero bem e perto.

Amo.

:*

moacircaetano, todo prosa! disse...

que insensação que nada!
o sentir é o teu viver!