segunda-feira, julho 31, 2006

Ecos

Pequena imensidão
Devasta
Meu limitado ser.

Vago em desespero
Por lugares
Desabitados.

Tentei reescrever
Todas as cartas
Em vão...

Desacordada me vi
Sangrando e
Em pedaços

Corrompi
Meus princípios e
Pudores.

Rompi os laços
Com a realidade
Com a verdade
E com a vida.


Morri e sei
Perfeitamente quando,
No dia em que
A ti conhecia.

10 comentários:

Múcio Góes disse...

morrer em si, para no nao do outro, renascer.

:*

Jefferson de Souza disse...

Você gritou
Eu posso ouvir os ecos

=*

Minduim disse...

O eco repete... e vai enfraquecendo a cada repetição até se apagar de vez.

E a morte é a transição... o rito de passagem. Agora não é mais o que era... é maior.

Leandro Jardim disse...

To vez que escrevemos, nos suicidamos um pedaço!

bonito!
bjs

douglas D. disse...

eu, esvaziado em meus sentidos
escoando os restos
daquilo que soube
amor.

Nanna disse...

Morrer pra vida,
reconhecer a si mesma...

Beijos!
:)

Keila Sgobi disse...

mulher, mulher, MULHER

muito FOOOOODA!

(minhas crianças que me desculpem)

Gostei demais!

E a spessoas nem ficam reclamando de vc falar da morte. Por isso tá lindo!

Beijos

Mary disse...

Renasça! :)

Beijos!

Bill disse...

Morrer aquele pouco que faltava para renascer...
Saber o que tem entre a fina linha entre todas as coisas...

Palavras... Lindas

:**********

moacir disse...

eu, aplaudindo de pé...