quinta-feira, setembro 18, 2008

crença e crescença

Tenho a virtude,
ou seria o defeito,
de acreditar em tudo
de tudo que é jeito.

Ver para crer,
desde quando?
Basta me contar
e já estou acreditando.

Neste poema, por exemplo,
eu acredito,
mesmo não estando escrito.

E por incrível que pareça,
eu acredito até
em dor de cabeça.

9 comentários:

Algo mutável... disse...

Acreditar...È disso que estamos precisando, só temos que tomar cuidado no que estamos acreditando últimamente.

Paz e luz!

Thiago disse...

Que trocadilho gostoso! deixamo-nos acreditar!

Ácido Poético disse...

Amig@s poetas

Olha, eu ando um pouco sumido, sei. Mas é tanta correria, tanta viagem, tantos "tanta" que não me sobra tempo para comentar nos blogs que mais admiro. Mas, espero que vocês não estejam zangados e saibam que, mesmo eu não deixando minhas pegadas nos espaços-comentários dos seus poemas, estou sempre lendo e saboreando cada letra.

Sds,
Bruno

(l' excessive) disse...

Alô, pessoal querido!
Deixei um presente para voces, lá no meu blog.
Outro também para Múcio, el poderoso!
Espero que gostem.

aline disse...

acreditar é sempre o primeiro passo.

(L)³

Yara disse...

Crer
é um querer
ainda criança.
Esperança aguda.
É poder.

Sandra Regina de Souza disse...

Incrível como vc é inacreditavelmente genial!!! Não creio! Beijos céticos..rsr...

moacircaetano disse...

Genial, Moço Múcio!

J.F. de Souza disse...

dessa crença
que se encontra nas crianças
é que surge as criações