quinta-feira, agosto 20, 2009

Justificativa.

É que há tanto
Eu, tempo
E, sem lembrar,
Me espanto
Por tudo quanto
Eu tento
É que se me nega alento
Já de cara adianto
Que hoje eu, pranto.

Rayanne, diretamente do Contratempo.

3 comentários:

moacircaetano disse...

Tão triste, tão belo!
Porque a dor o é!
Para quem lê, não para quem é...

Beijos!

Kátia Ruivo disse...

Amo seus textos, poemas deliciosos, nenhum lugar-comum...

tem selinho pra vc lá no colcha de retalhos!

beijos

Múcio L Góes disse...

eu planto...

lindo tbm...

bjastrais!

(L)