segunda-feira, janeiro 29, 2007

Paladar

Um poema sacana
Que roça o léu
No açúcar quente
Que emana da cana.

Brota pimenta
No asfalto
Cobre o leito
E fede a esmalte.

(Entorpecente e vermelho)

Tortura madura
No dia-a-dia
De labuta escura
Que quebra rotina
E adocica o meu paladar.

9 comentários:

Juliana Pestana disse...

Mto bom isso, Aline. Parabéns pelos versos... vermelho quente de pimenta latente.

bjinhos meus.

czarina disse...

porque rotina, quando quebra, é bom

Múcio Góes disse...

...e nem sobra cacos!

bjsss

Múcio Góes disse...

*sobram

celhas,

milhões

centenas

centelhas!

Juliana Marchioretto disse...

esse paladar sabe bem..

beijo

Poeta Matemático disse...

Paladar..

Hum, muito bo, sensações...

Maravilhosas

mary disse...

Delícia! ;)

Bjusss

moacircaetano disse...

Cana de açúcar, pimenta, asfalto e cotidiano!
Que bela mistura, minha querida!
Beijos!!!!

Leandro Jardim disse...

Precisava cortar meu peito assim?!?!?!

esse aí mexeu com uns neurônio aqui!