sábado, abril 12, 2008

Bode Count

Trinta e poucos anos...
mais perto dos trinta
que dos quarenta, salvo engano.

Uns tantos tropeços bobos.
Uma fama - imaginem! - de louco.
Uns ainda poucos cabelos brancos.

Infância veio e se foi.
Adolescência veio e se foi.
Sobraram-me feijões mexicanos.

Passada a era dos sonhos,
restam, ainda, risonhos,
planos de fuga y camiños lejanos!

7 comentários:

..::Andressa::.. disse...

Essas cabeças sempre ativas! Ótimos poemas por aqui. Deliciosa leitura.


abraços!

mary ienke disse...

Ah quanto tempo não passava por aqui!
Textos perfeitos :D

A czarina das quinquilharias disse...

os feijões mexicanos, como os mágicos, sempre se troca por algo de interessante :)

Múcio L Góes disse...

se lido em 15s, teu poema seria perfeito no desafio do fantástico.

curto demais esses teus jogos de idiomas; nunca esqueço do armstrong/wrong. sempre com essa maestria peculiar.

grande Moa, poemaço!

[]´s

alex pinheiro disse...

E dá-lhe globalização,,, rs
Que a meia idade deve bater mesmo, sem saliva, na face da gente,,, Vich!
Ficamos, então, com os planos de fuga que nada mais são do que sonhos,,,

Abraços e reflexivas invenções!

Aline disse...

lembrou-me o JEFF :D
qdo falas dos fejões mexicanos..


Beijo!

Mary disse...

adorando seus últimos escritos, moa!

lindo!

sou fã :**