Era uma folha ao vento.
Ao contrário das palavras sua arte era natural.
Não havia peso de ombro em seus giros,
que rabiscavam cor no cenário cinza,
dando um baile nas flores estáticas.
O uivo do ar a cortar as árvores era música suficiente.
E ela dançava como um vício,
voava sorridente seu clássico balé.
O verde das mangas lhe vestia filha perfeita do mato
e combinava com a logomarca do hospício.
.
.
.
* poema originalmente impresso na zine "Frente & Verso" acompanhado de bela prosa de dona Czá.
8 comentários:
Intrigante, gostei do texto...
Abs, Augusto Sapienza
um verdadeiro braile. coisa de sentir.
O Bom Jardim!
[]´s
:)
já conhecia.
dã :)
bjo!
era pra causar arrepio? era? então tá...
beijosssssssss
lindo, Jardim!! combinou com vc..
beijo
Bem perfumado e lindo.
Beijo.
:)
Lindo!
Vi a folha bailando pelos ares do poeta... ;)
Beijosss
Uma pena que as folhas às vezes pousem no chão e não bailem mais...
Seu Jardim...
fugiu de mim!
rs...
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