segunda-feira, maio 21, 2007

memória

arde em meu amanhecer
o sereno da madrugada fria
que molhou o leito
de uma noite em agonia.
(ardo em saudade)
há na plenitude do beijo teu
a incerteza da volta
e a certeza do não...
beijo-te sabendo que és único
e guardo toda memória
em saliva
na roupa suja
esquecida no chão.

3 comentários:

atrás da porta disse...

é bom te ler.
bjs.

Leandro Jardim disse...

amanhaceres ardentes
que não se esquecem no chão
feito roupa ou saliva
enquanto o corpo na contramão

belardência meninaline!

beiJardins

Luzzsh disse...

Seja como for a madrugada, quente, fria, a dois, em um....a aurora chega chega com seus raios de sol desbotando novas nuances....

Adorei! :)

Beijos