quinta-feira, maio 10, 2007

Vejo a vida passar.
Passa vida devagar...
Vejo o tempo vagar.
Tanto tempo pra pensar...

Perco tempo
Vagando pela vida
Devagar...
Perco a vida
Vagando pelo tempo
A divagar...

Vago pela vida
Perdendo tempo
Devagar...
Vago pelo tempo
Perdendo a vida
A divagar...

Gasto o tempo
Gasto a vida
A vagar...
A divagar...



Esta pessoa guarda muitas coisas em suas gavetas. Gavetas abarrotadas de boa poesia. Poesia de alto teor sarcástico, realista, contundente, agressivo, insano... (E de alto teor alcoólico também --isso não podia faltar!)

Fuço as gavetas desta mulher sempre que posso! À procura de alguma coisa forte... (Porque, pra minha cabeça, tem que ser coisa forte!)

E é das gavetas de Renata Zettler que sai este escrito!

Apreciem! Com ou sem moderação, fica a critério de vocês!

Se quiserem fuçar as gavetas dela também, visitem:

dagaveta.blogspot.com --o Gaveteiro que ela usa atualmente
gaveteiro.blogger.com.br --o Gaveteiro antigo dela



6 comentários:

Leandro Jardim disse...

Grande Renata,

seja bem-vinda!!! Adoro esse poema, já o conhecia, mas é sempre bom reencontrá-lo!!!

Fejão mandou bem!!!

beiJardins

renata zê disse...

muita honra.
:)

ANALUKAMINSKI PINTURAS disse...

Muito bom, apetitoso!!!
Gosto de gastar
a vida a divagar
devagar, com ou sem divã
e vagar, navegar...

Bom passear por aqui, agora vou revirar as gavetas!

Abraços e borboletas.

Mário Margaride disse...

Olá Renata,

Divagando no tempo...
Encontramos tesouros perdidos
Que a memória do tempo...
Guardou...no baú das memórias.

Beijinhos

Marina disse...

Belo escrito!

Parabéns aos dois. :)

Beijoss

Anônimo disse...

Palavras inteligentes diretamente da gaveta paulistana :)

Bem-vinda, Renata.