domingo, dezembro 24, 2006

MENINA ADVOGADA,

(para uma bela transeunte
que passou na minha frente
numa tarde qualquer no centro)

Teu belo corpo e matreiro
Não se esconde por trás das vestes formais
Teu charme que até cotovelos
Distrai dos esnobes sapatos aos pés
Teu salpicado em ondas cabelo
É ninho tal que não há não querê-lo
Teu passar de sumiço à esquina
Tem dissonância qual música linda
E teu sério dom de mistério
É, meu bem, meu puro despautério

9 comentários:

Marla de Queiroz disse...

Me lembrou aquele poeminho do Manoel de Barros:
"Os patos prolongam meu olhar...Quando passam levando a tarde para longe eu acompanho..."
rsrsrsrs......

Todos os beijos, lindo!

Juliana Marchioretto disse...

bem bonito. e inspirado, né?

beijo

moacircaetano disse...

ah, esses amores instantâneos...
adoro!

Aline disse...

Como todo bom carioca...
Linda e poética descrição.

Bjos!

Aline disse...

Como todo bom carioca...
Linda e poética descrição.

Bjos!

Keila Sgobi disse...

despautério???

hahahahahaha!!!!

Múcio Góes disse...

Rapaz, sendo a cena no RJ, no mínimo, seria outra garota de Ipanema, entao, eu iria tentar entregar o poema, claro! rsrs.

o Bom Jardim!

[]´s

Carol Marossi disse...

Ai, ai, essas advogadas... ;-)

Beijos meus, Lê!

Nanna disse...

Muito bonitinho isso que vc escreveu, dear...

Um beijinho pra vc!
:)